Que atire a primeira pedra quem não se lembra do filme “As apimentadas” quando o assunto é cheerleaders, não é mesmo?

Mas muito mais do que uma realidade dos filmes americanos, o cheerleading no Brasil já existe tem muito tempo e a cada ano que passa tem tomado conta do território nacional e internacional (é isso meeesmooo, BR tem time simmm e eles são F*D*)!
Grandes responsáveis por essa disseminação cheer no país, as equipes universitárias hoje ganham espaço e notoriedade em campeonatos não somente específicos de jogos e com representações inter atléticas, mas a nível estadual e nacional. Como uma atleta do cheerleading, eu conto pra vocês, nossos esportistas dão show, e quando eu digo show é a mesma coisa que parar de respirar durante as rotinas e se perguntar literalmente – como é que eles fazem isso? – . E sem exagero, posso afirmar para vocês que não existe nenhum esporte no mundo que te desafie e te permita se superar sem nenhuma restrição de participação. E aquela perguntinha ali do “como é que eles fazem isso” nem com alguns anos de experiência e algumas competições na bagagem eu consigo explicar em palavras quando que um esporte mágico te leva ao ápice dos seus limites sem discriminação, sem preconceito e de brinde te faz sentir-se único e capaz.
Como disse, hoje o cheerleading está ganhando espaço e o acesso à informação e integração tem despertado muita gente para o esporte. A internet e a comunicação se tornam grandes aliadas e permitem uma noção mais real e segura do esporte para os iniciantes, e aí para começar só basta força de vontade e um grupo disposto a colecionar uns hematomas e tomar uns bons relaxantes musculares.

Tornou-se muito comum, principalmente com os times universitários, o intercâmbio de atletas mais experientes, de equipes mais estruturadas e solidificadas para o auxílio com a técnica e formação de rotina, o que garante a segurança na prática do esporte. E assim os times vão se desenvolvendo e desenrolando os sonhos e os objetivos que antes a gente só achava que era possível nos filmes da TV, mas que ganham as quadras e tatames viralmente cada vez mais. Como? Com treinos semanais, intensivos, mais conhecidos como camps, aos finais de semana e feriados, onde? Na quadra, no tatame, na grama, no pátio da faculdade ou no meio da praça. Não tem tempo ruim para os “animadores de torcida” (tradução do inglês para cheerleaders) que na verdade deveriam ser “surpreendedores de torcida”, afinal, o tempo todo o esporte te testa, instiga e desafia. Ah deixa a gente sem fôlego também, e olha que não é só quem executa, mas inclusive quem assiste!

Hoje, nossa representatividade no cenário do esporte fica por conta da União Brasileira de Cheerleading (UBC) que além de encaminhar nossa seleção para o Mundial de Cheerleading ainda fornece suporte às equipes desde camps, palestras, cursos e campeonatos.
E campeonatos é o que não faltam para as equipes de todas as diversas categorias do esporte poderem mostrar seu potencial que, desde o Nacional até os Desafios no jogos universitários, só vem se multiplicando, principalmente nos estados de SP, RJ e PR.
Então, sem mais delongas, se você está procurando algo que te desafie, mas de verdade mesmo, que mexa com sua força, com sua mente e que te estimule, o cheerleading é o esporte que você precisa para somar tudo isso e em três minutos (tempo médio de uma rotina) te fazer se sentir capaz de qualquer coisa. Pode ser homem ou mulher, alto ou baixo, gordo ou magro, só basta ter força de vontade, espírito de equipe e força, afinal qualquer um pode levantar pesos, mas só os cheerleaders podem levantar pessoas nas mãos e na arquibancada!

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