Eu já contei aqui para vocês sobre o que é esse esporte maravilhoso que vem tomando conta do universo universitário no BR né? E já dei também dicas primordiais para iniciar uma equipe de cheer, nosso papo de hoje vai ser de como selecionar os atletas que já estão dentro da equipe por funções e esse é o primeiro desafio.

O cheerleading é um esporte que é igual coração de mãe “cabe todo mundo” só basta ter força de vontade e querer muito. A persistência PRECISA ser uma característica de um cheer, afinal, é só aprimorando, insistindo e treinando muito que tudo sai perfeito. E quando você tem o time pronto é hora de separar a galera. Vamos começar por uma das funções que mais impactam:

FLYERS: Meninas e meninos, ok? É isso mesmo, não muito comum, mas ganhando espaço cada vez mais os flyers podem ser tanto as meninas quanto os meninos em diversas categorias. Muitas pessoas podem surpreender, porém o perfil mais buscado nessa função são os menores, mais preparados fisicamente e principalmente quase que obrigatoriamente terem flexibilidade. A função exige muito além do equilíbrio, as “figuras” realizadas nos stunts são bem trabalhadas e a flexibilidade vai possibilitar muito mais facilmente a evolução.

BASE: Nenhum (a) flyer sobe nos tijolinhos, não é mesmo? E para eles brilharem lá em cima, são as bases lá embaixo que fazem tudo acontecer. Com função de sustentação, as bases são peças fundamentais, afinal, elas se tornam o “chão”, por isso necessitam ser pessoas com resistência física, fortes e extremamente concentradas. O segredo para o sucesso de uma base é a sincronia com todo o stunt, e isso somado à força levanta qualquer um. Mas dentro dessa categoria temos suas subdivisões que precisam de algumas características, como o BACK SPOT (traseira): essa base sendo um pouco mais alta que as bases laterais auxilia e divide o trabalho em todos os movimentos de elevação.  MAIN BASE (lateral), a melhor escolha no momento de distribuir um stunt é de que as duas pessoas que ficam como bases laterais sejam do mesmo tamanho (a coluna agradece), porém, as pernas e a postura podem adaptar-se. SIDE BASE (central), em alguns movimentos (lib em extensão), a base central faz o papel de pilar embaixo da flyer, o que faz com que necessite de uma pessoa (como disse anteriormente de preferência) nivelada com a base lateral, porém mais baixa que a traseira. FRONT SOPT (frontal), mais conhecida como anjo, tem um papel fundamental de segurança e de correção, a maioria do peso se concentra nas outras bases podendo assim exigir um pouco menos da base frontal facilitando ser até do tamanho das laterais ou menor.

Bom, basicamente acabamos dividindo a equipe em dois lados, bases e flyers, porém, é importante lembrar que durante uma rotina, a realização das duas atividades é suuuuper normal e super comum. Fora que pra quem já conhece um pouquinho de cheer sabe que existem outras coisas cobradas como dança, limpeza durante a mudança de quadros, saltos e etc… E isso tudo todo mundo precisa fazer!
Foco, atenção e sincronia é tarefa de casa pra todos e cada um fazendo sua parte, o sucesso de uma equipe é certo.
Então bora dividir a equipe, fazer o 100% e mais um tanto, já falei antes e volto a repetir: treino, treino, dor, treino, cansaço e mais treino. A receita é essa. Ah! E a aquela dica de hoje, tenham sempre alguém estudando e se informando, o cheer é um esporte SIM e como qualquer outro vive passando por mudanças, atletas/representantes antenados auxiliam na evolução como um todo e reflete no sucesso (por sinal um beijo pra nossa presida eterna das Pigcesas Bianca, que me ajudou aqui a conferir se eu na condição de cheer aposentada ainda tô ligada em tudo!) E pra vocês também, beijão muito cheer e até a próxima!

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