Gabriela Cadamuro no canto direito.

Oi gente, tudo bem? Me chamo Gabriela Cadamuro e sou a nova colunista e responsável do blog. Daqui um mês ou nem isso, serei uma jornalista formada tanto pelo diploma quanto pelo amor e paixão. Em quatro anos de faculdade eu meio que vivi um drama que eu vou contar para vocês hoje. Bora lá!

Faculdade! Ahhh! Eu sei que aquela sensação de pisar na Faculdade/Universidade pela primeira vez é maravilhosa, já que o seu primeiro pensamento é: “VEM NI MIM BEBIDA, FESTA, BALADA, VIDA UNIVERSITÁRIA E MUITA ATLÉTICA”. Só que tem um porém, nem todas as faculdades tem a bendita atlética. O que resta para alguns é acabar entrando no vão do “não sou mas quero ser, fuck shit”!

Na realidade comigo foi exatamente assim, só que sem o “fuck shit”. Não rolou! Entrei na faculdade extremamente animada com tudo que eu já disse ali em cima, mas não tinha atlética para eu jogar, não tinha atlética para organizar as festas, não tinha nem um grêmio estudantil que pudesse ser um braço esquerdo – que seja – da gente na faculdade.

De toda forma, ainda tinha a farra, a noitada universitária, os jogos como espectadora, as festas sem caneca estilizada e tatuagens descoladas de atlética, sem camisetas fodas e reconhecíveis lá do Japão. É, mas tinha, daquela certa forma.

União das Repúblicas

Eu me sentia fazendo parte de algo que eu não fazia parte, mas tornei como meu por quatro anos de universidade sem que nem a própria atlética soubesse. Como? Comprando as canecas, indo em (quase, porque me faltava a grana) todas as festas, vivendo cada momento dos jogos e torcendo imensamente para cada esporte. E como eu torcia! Tanto que tive que tomar mel por semanas porque voz era o que não me restava mais.

E, para ser bem sincera, vi e vivi muito dessa falta de atlética. Dessa garra universitária, desse amor pela escolha do curso, pela vontade de falar EU SOU ISSO ou EU FAÇO ISSO, de torcer, de gritar. Enfim, como eu vi! Vi muita gente que nem sequer fazia faculdade, mas se sentia pertencente das atléticas do mesmo jeito que eu por simplesmente AMAR essa tal organização incrível e criativa que cada uma proporcionava e realizava.

Aí eu te digo: como que é viver sem atlética? A gente não sabe e nem quer saber, porque se nem eu que não tinha consegui viver sem, ou minhas amigas que nem faculdade faziam viveram, por quê é que a gente vai se questionar desse jeito? Na verdade, pra que é que a gente vai se questionar?

Atlética é vida na universidade! Atlética leva o acadêmico à outros mundos, faz ele se sentir pertencente realmente daquilo que tanto ama e que escolheu para viver a vida. A atlética leva mais que tudo isso, leva união. E por falar em UNIÃO, quando é a próxima?

P.s.: Você tem atlética? Não tem? Nem faculdade faz? A gente não é Globo Repórter mas quer saber o seu ponto de vista. Conta aí nos comentários, quem sabe você não aparece aqui no blog num vídeo especial?

7515---Rodapé-Blog-Integraê--Gabi

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